HGE atende 500 pessoas na quarta; 59,5% na Central de Triagem

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Repórter: Neide Brandão

Repórter Fotográfica: Carla Cleto

O Hospital Geral do Estado (HGE) assistiu 547 pessoas na quarta-feira (3),  sendo 221 na sede da unidade hospitalar e 326 na Central de Triagem localizada no Ginásio do Sesi, exatamente 59,5% dos atendimentos de todo o complexo.

Das assistências no prédio do hospital, 173 se referem a casos clínicos. Também foram contabilizados no HGE, 41 pessoas envolvidas em algum tipo de acidente, 29 delas em acidentes casuais, 11 vítimas de acidentes no trânsito – sendo sete envolvendo motocicletas e quatro colisões – , e, ainda, uma vítima de acidente no ambiente de trabalho, causando lesão oftalmológica.

Além disso, o hospital registrou sete atendimentos por agressão, quatro deles envolvendo armas de fogo, dois arma branca e uma agressão corporal. Dos 221 pacientes que receberam atendimentos no HGE, 56 receberam alta médica, 16 foram transferidos e 39 pessoas continuaram internadas e em observação médica. Foram registrados 10 procedimentos cirúrgicos.

Na Central de Triagem para Covid-19, localizada no Ginásio do Sesi e ligada ao HGE, das 291 pessoas que realizaram o teste, 113 apresentaram resultado positivo para o novo coronavírus.

Visitas – Paulo Teixeira, médico e gestor do HGE, ressaltou que a suspensão das visitas dentro do hospital, devido a pandemia, foi uma medida necessária para salvaguardar a saúde dos pacientes, visitantes e técnicos. “Foi uma medida dura para os familiares, mas, importante para a saúde dos nossos doentes. Estamos trabalhando duro para minimizar a contaminação dentro do ambiente  hospitalar”, destacou.

Ele explicou que o Núcleo de Informação Hospitalar está emitindo boletins, estritamente pelo telefone. Para os pacientes internados nas áreas Vermelha Trauma, Vermelha Clínica e Recuperação Pós Anestésica (RPA), o Serviço Social encaminhará um mapa com as informações atualizadas a partir das 11h. Os familiares podem obter essas informações através dos telefones 3315-7352 e 3315-3285.

“É um momento difícil para todos nós, os que assistem o doente e trabalham em um hospital de emergência com o risco da propagação do vírus em seus pacientes. E o familiar que fica preocupado com a doença base do paciente e, ainda o vírus. Mas vai passar e estamos trabalhando forte para isso”, referiu o médico.

Fonte: Saúde Alagoas

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