Hospital Geral presta assistência a 454 pessoas na terça (16)

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Repórter: Neide Brandão

Repórter Fotográfica: Neide Brandão

O Hospital Geral do Estado (HGE) atendeu na terça-feira (16), 454 pessoas, sendo 251 na sede da unidade hospitalar e 203 na Central de Triagem localizada no Ginásio do Sesi, no bairro Trapiche.

Os casos clínicos conduzem os números de assistências no HGE, com 177 acolhimentos. Em seguida os acidentes apontam 65 vítimas, sendo 41 envolvendo acidentes domésticos ou casuais, 21 no trânsito e três no ambiente profissional.

O hospital ainda registrou nove vítimas de agressões, três delas corporais e seis por arma branca. Na Central de Triagem para a Covid-19 foram realizados 186 testes rápidos para o novo coronavírus, com 59 resultados positivos.

Ainda foram notificadas na unidade hospitalar, 51 altas médicas, 57 internamentos, 22 procedimentos cirúrgicos e vinte transferências. Paulo Teixeira, médico e gestor do HGE, informou que, entre os procedimentos cirúrgicos realizados, as cirurgias plásticas reparadoras contemplam mais de 60 pessoas por mês.

“São queimados ou pacientes vítimas de graves traumas ortopédicos, muitas vezes com exposições ósseas e fraturas delicadas. A equipe do HGE realiza todos os tipos de procedimentos, desde os mais simples, como suturas primárias de lesões que chegam à área vermelha, passando por desbridamentos de escaras, enxertos de pele, retalhos musculares para diversos tipos de lesões em membros, retalhos de pele para reconstruções complexas de lesões em couro cabeludo, mão, região genital e todas as outras partes do corpo”, contou.

De acordo com o médico, as cirurgias pós-traumáticas são a maioria dos atendimentos da área pela referência em trauma do HGE no Estado. “A maioria dos pacientes internados com traumas graves no hospital em algum momento precisará de algum tipo de cirurgia plástica reparadora”.

Ele explicou que a equipe de cirurgia plástica da unidade hospitalar também realiza procedimentos em pacientes diabéticos que desenvolvem graves infecções e, inicialmente, são tratados pela equipe da cirurgia vascular. “São idosos muitas vezes debilitados e sequelados de graves doenças, com escaras (feridas pela imobilização prolongada), além de crianças, vítimas de violência e acidentes. Eles atendem todos os tipos de pacientes e dão suporte a todas as alas do hospital”, referiu o médico.

Fonte: Saúde Alagoas

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