Turista do MS com Covid-19 é atendida no HM e ressalta atendimento humanizado

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Turista do Mato Grosso do Sul, Jaqueline Amália Rovari, foi tratada contra a Covid-19 no HM


O mar azul piscina e as belezas naturais das praias de Alagoas são um convite à parte não só para quem é da terra, mas, especialmente, para os visitantes. Há muito tempo, a turista Jaqueline Amália Rovari, de 37 anos, do Mato Grosso do Sul, já programava a viagem para o Estado, acompanhada do marido, Evandro José dos Reis, 41 anos, e da filha, Manuela Rovari, 7 anos. Na verdade, conhecer Alagoas, sobretudo os litorais Norte e Sul, era um sonho e, ao mesmo tempo, um presente de aniversário que os pais queriam oferecer para a pequena Manuela.

No entanto, uma semana antes de viajar, Jaqueline começou a apresentar um mal-estar, com febre e dores por todo o corpo. Como os sintomas não cessavam, ela procurou um médico, cujo diagnóstico foi dengue. “Fiz a sorologia para a dengue e fiquei uma semana em casa me cuidando. Como não estava apresentando mais os sintomas, não precisei desmarcar a viagem para Alagoas”, disse.

Assim que saiu de Mato Grosso do Sul e parou no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, Jaqueline conta que estava com dificuldade para respirar. Apesar disso, quis continuar. “Quando paramos no aeroporto de Brasília, comecei a me sentir muito mal. Na descida do avião, fiquei um pouco apreensiva, pois não conseguia andar. A respiração estava faltando. Foi aí que eu pedi uma cadeira de rodas e ficamos esperando o próximo voo, que era, finalmente, para Alagoas”, contou.

Ao desembarcar com sua família no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, já na madrugada, Jaqueline preferiu ir para o hotel, situado na orla de Ponta Verde e, assim que amanhecesse, procuraria atendimento numa unidade hospitalar. Já de manhã, ela pediu um táxi para levá-la a um hospital da rede privada da capital. Com a confirmação da Covid-19, ela ficou lá menos de 12 horas e pediu para ser transferida para um hospital público, sendo encaminhada para o Hospital da Mulher Dr.ª Nise da Silveira (HM), localizado no bairro Poço, em Maceió.

“Cheguei ao Hospital da Mulher na madrugada do dia 11 de dezembro e fui direto para a UTI [Unidade de Terapia Intensiva], onde fiquei por aproximadamente uma hora. Depois fui transferida para a semi-intensiva. Quando desci, tinha uma equipe multidisciplinar me esperando. Foi muito emocionante. O que me impressionou neste hospital foi toda a parte da humanização. Os pacientes são tratados na sua individualidade pelos profissionais. Eles reconhecem a história de cada paciente, e isso me ajudou no processo de recuperação”, elogiou ela, ao frisar que pretende voltar para o estado futuramente.

Ao descer do elevador, após sete dias de internação, Jaqueline foi recepcionada pelos profissionais e por seu marido e sua filha, que a aguardavam, ansiosos.

Fonte: Saúde Alagoas

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