Sistema prisional de Maceió formaliza interligação do gás natural

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A formalização do serviço entre a distribuidora de gás natural de Alagoas (Algás) e a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas (Seris-AL) foi assinado na sexta (8)

Na última sexta-feira (8), a distribuidora de gás natural de Alagoas (Algás) formalizou junto à Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas (Seris-AL) a implantação de gás natural no sistema prisional de Maceió, que conta com 9 unidades penitenciárias. O energético será aplicado na cozinha industrial, garantindo maior eficiência e segurança ao setor governamental.

De acordo com a Seris, a adoção do gás natural significa um avanço no sistema prisional. “Para nós, estreitar essa parceria com a Algás é um grande ganho. Somos cientes da qualidade dos serviços prestados pela distribuidora e da oportunidade de modernização e estruturação do nosso sistema, tendo o gás natural como energia aliada”, destaca Clístenes Oliveira, assessor executivo de contratos e convênios da Secretaria.

O início dos serviços para a implantação do energético deve começar nas próximas semanas, com a execução de uma rede de gás de aproximadamente 210 metros. Com o gás natural em suas instalações, o sistema penitenciário dispensará as trocas e o armazenamento de gás em botijões ou cilindros.

“É muito gratificante fazer parte desse processo de modernização de infraestrutura do nosso estado. O gás natural é um energético que faz parte do dia a dia não apenas como uma energia, ele também viabiliza um processo de transformação social”, salienta José Ediberto de Omena, diretor presidente da Algás.

Aplicação do gás natural no sistema penitenciário

Utilizado na cozinha industrial do setor penitenciário, o gás natural vai garantir o abastecimento das 9 unidades prisionais da capital alagoana. O projeto da cozinha contará com sete caldeiras, dois fogões industriais e duas frigideiras basculantes.

Além de eficiência no abastecimento, o fornecimento contínuo do gás canalizado vai garantir também maior segurança para o sistema penitenciário, eliminando o trânsito dos terceirizados que realizavam a substituição e o abastecimentodos botijões e cilindros de gás.

Fonte: Saúde Alagoas

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